>> quinta-feira, 8 de janeiro de 2009




Read more...

DOENÇAS CANINAS

>> quarta-feira, 7 de janeiro de 2009


Existe um velho costume arraigado nas pessoas de soltar os cães algumas vezes ao dia para que ele possa dar “uma voltinha”. Esse hábito vem das pessoas que, deixando de viver nas fazendas e indo morar nas cidades, ficavam com pena de ver os cães, antes tão livres, presos nos quintais das casas.

Só que os tempos mudaram: as cidades cresceram, encheram-se de veículos, apareceram doenças que antes estavam restritas a certas áreas isoladas e que pelo comércio e concentração de animais espalharam-se rapidamente (raiva, parvovirose, cinomose, etc.) e os problemas hoje são tantos e tão grandes que foram criadas leis para tentar contorna-los.

O Código Civil Brasileiro coloca o proprietário do animal como o responsável pelos seus atos. Isso significa que se seu animal destruir a propriedade alheia (do vizinho, do Condomínio, ou de qualquer pessoa), você será o responsável, perante a lei, pela indenização dos danos.

O problema de complica quando um animal fere uma pessoa: se ele não estiver domiciliado (dentro de sua própria casa), seu proprietário será o responsável pelo tratamento médico, hospitalar ou outros que essa pessoa venha a sofrer.

Às vezes, nem é necessário que ele morda alguém. Pode acontecer de um cão, por exemplo, correr em direção a outro cão para conhecê-lo, ou pior, aproximar-se de uma criança que esteja passeando e que, assustada, vai sair correndo para o meio da rua sendo atropelada por um veículo. A culpa recairá sobre o dono do animal, mesmo que tenha sido um funcionário (o caseiro, por exemplo) ou criança que o deixou sair.

Além disso, a Vigilância Sanitária dos municípios obrigam a todos a vacinação do animal contra a Raiva, ou seja, a vacina é obrigatória para os animais com mais de 3 meses de idade (mesmo para os gatos) e por isso oferecida por eles gratuitamente durante todo o ano, e não só nas campanhas. Essa não é a única doença que seu cão pode pegar estando na rua, mas é a única que coloca em risco a vida das pessoas com quem ele convive.

É por isso que as legislações Municipais dizem que os cães só podem sair às ruas estando presos à guia de seus responsáveis. Em alguns locais, como praças e parques públicos, exige-se inclusive a focinheira para evitar acidentes, principalmente para animais de grande porte.

Andar com o animal “na coleira” , como se diz, ainda evita que ele tenha contato com outros cães ou fezes de animais que podem ser portadores de doenças, procrie sem controle ou contraia doenças sexualmente transmissíveis (venéreas), coma lixo, seja picado por animais peçonhentos (venenosos) e inclusive ajuda o dono a manter o condicionamento físico tão necessário à saúde nos dias de hoje.

Tenho certeza que todos que têm um cão, ou mesmo que não tenham, mas gostem de animais, se comovem ao ver animais atropelados, filhotes abandonados e animais doentes pelas ruas. Todos podem e devem colaborar. Passear com o seu cão sempre preso à guia é um ato de respeito a seus semelhantes, de carinho para com seu animal e atenção à sua saúde.

Read more...

O CÃO

>> terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Quando Deus criou a terra e o céu

Nada foi deixado ao léu
As árvores, as flores os peixes no mar,
As aves e insetos, passando no ar
E quando finalmente terminou
Tudo era novo, belo e profundo
O Senhor então pensou
vou sozinho caminhar por este mundo
Viajou muito e um nome dava a tudo que via
E por onde quer que caminhasse
Uma pequena criatura o seguia
Sempre a seus pés, mesmo quando a força já fugia
Finalmente sobre a terra, céu e mar,
Tudo tinha um nome, tudo estava no lugar
E a pequena criatura então falou:
E a mim Senhor, de que maneira, vais chamar?

Fazendo um carinho no cansado animal,
Ternamente o Pai lhe disse: "Deixei-te pro final"
Mas não te entristeças comigo
Pois mais que um nome, te chamarei de Amigo!!

Read more...


Read more...

CASTRAÇÃO EM ANIMAIS JOVENS

>> segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Estudo comprova que a esterilização precoce previne doenças e aumenta a vida do animal.
Castração precoce, castração pré-pubescente, castração pediátrica, todas estas expressões se referem à mesma coisa, ou seja, à castração de nossos cães e gatos antes do período normalmente recomendado e mais jovens do que se aceitaria. Há anos os veterinários decidiram que o melhor momento para se castrar uma fêmea era logo depois que ela tivesse cria, pois era evidente que a maternidade fazia com que as fêmeas amadurecessem. Como os machos não dão à luz, eles não se adequavam a este requisito e, conseqüentemente, eram ignorados neste aspecto. Muito provavelmente por não se tratar de uma “coisa de macho”. Mais tarde, descobrimos que, se as cadelas fossem castradas antes de terem cria, a incidência de tumores mamários cairia a zero e a recomendação passou a ser “castre-as um pouco antes do seu primeiro cio”. Ao que os seus donos perguntaram: “Mas quando ela fica no cio pela primeira vez?” E, a partir de então, a idade em que as cadelas deveriam ser castradas passou a ser, em média, de “aproximadamente seis meses de vida”.
Repetindo, como os machos não dão cria, os seus donos os antropoformizavam e relutavam em castrá-los. “Por Deus doutor, será que o senhor quer impedi-los de se divertir?” Este tipo de comentário ainda é comum. Geralmente eu pergunto a quem o faz se já presenciou uma cópula canina. É bastante desconfortável e não parece ser nem um pouco divertida para mim. A maioria dos cães era castrada para minimizar ou acabar de vez com a sua agressividade, pois o seu papel como reprodutores não era considerado como um problema. Afinal, se a cadela do vizinho estivesse no cio, bastaria mantê-la trancada.
Pois bem, hoje os tempos são outros e mudamos o nosso modo de proceder. Filhotes de cães e gatos abandonados estavam inundando o planeta e algo deveria ser feito. O clamor público passou a ser “castre os seus cães e gatos”. Mas, isoladamente, a castração não tem sido suficiente para acabar com a superpopulação de animais de estimação, pois os abrigos para animais continuam lotados. E apesar dos abrigos serem obrigados a deixar um depósito para cobrir os custos da castração, entre cinqüenta e sessenta por cento de seus animais adotados não eram castrados e passaram a contribuir com o problema da superpopulação.
Discretamente, nos últimos vinte e cinco a trinta anos, uns poucos abrigos mais avançados começaram a implantar programas de esterilização precoce e passaram a colher resultados positivos. Se os animais fossem castrados antes de deixarem o abrigo, eles deixavam de contribuir para o problema da superpopulação. Filhotes de cães e de gatos passaram a ser castrados com apenas seis a oito semanas de vida. O desenvolvimento de novos anestésicos e de novas técnicas cirúrgicas fez com que este procedimento passasse a ser tão ou até mais seguro do que qualquer outro que costuma ser recomendável até os seis meses de vida. Os pacientes mais jovens se recuperam mais rapidamente e têm uma incidência menor de complicações cirúrgicas e pós-cirúrgicas do que os seus pares mais velhos, pois possuem nenhuma ou muito pouca gordura corporal para sustentá-los, a incisão é menor, a duração da cirurgia é reduzida e a sua recuperação é bastante breve.
As pesquisas disponíveis sobre os efeitos físicos e comportamentais de curto e de longo prazo da castração pré-pubescente em cães e gatos demonstram a ausência de qualquer resultado adverso. Com base nestas informações, a American Humane Association (Associação Humanitária Americana) apóia esta prática como uma solução viável para a diminuição da superpopulação de animais de estimação e da tragédia decorrente da morte de muitos deles. A prática da esterilização precoce também é endossada pela American Veterinary Medical Association (Associação Veterinária Americana), pela American Animal Hospital Association (Associação de Clínicas Veterinárias Americana) e pela California Veterinary Medical Association (Associação Veterinária da Califórnia).
Pessoalmente, eu endosso este programa entusiasticamente. Tenho participado ativamente do Programa de Castração Precoce desde 1984 e o realizei em aproximadamente mil animais. Não constatamos nenhum resultado negativo. Muito pelo contrário: os seus donos geralmente consideram estes animais como os melhores que já tiveram. E não perdemos um único animal em conseqüência deste procedimento!
Sete dos dezesseis filhotes de cães-lobo irlandeses de nossa última ninhada e dois dos nove da ninhada anterior a essa foram castrados antes de serem encaminhados para as suas novas casas com dez meses de vida. A primeira ninhada já tem 28 meses e segunda, 18 meses, e nenhum resultado negativo foi observado até agora.
Existe a preocupação de que este procedimento precoce possa prejudicar o crescimento dos animais, mas, na verdade, as pesquisas demonstram que os cães se tornam um pouco maiores do que seriam caso não fossem castrados. Este fato se explica pela tendência dos ossos mais compridos de crescer por um período ligeiramente mais longo. Como este crescimento adicional não é causado por um crescimento mais acelerado, mas sim por um crescimento mais prolongado, isso significa que este fato é positivo para a nossa raça de gigantes. É sabido que, quando o processo de crescimento se desacelera em um período de tempo maior, a densidade e a força dos ossos aumentam.
Há anos, criadores conscienciosos têm vendido filhotes de cães de raça sem o registro oficial e/ou com um contrato impedindo a sua procriação ou exigindo a sua castração para evitar filhotes indesejados. Mas estes métodos nem sempre foram efetivos. Cães que jamais deveriam ter nascido acabaram nascendo. Já a castração pediátrica é 100% segura!
Oferecemos este procedimento sem nenhum custo adicional a todos os nossos compradores de filhotes que não estão interessados em exibi-los. Até o presente momento, em nossas duas últimas ninhadas, 100% dos compradores aos quais oferecemos este procedimento o aceitaram com entusiasmo. Fiz com que eles economizassem dinheiro e não tivessem que passar pelo trauma emocional de ter o seu animal de estimação ser submetido a um procedimento cirúrgico DEPOIS de terem se apegado a ele.
Recomendamos fortemente que os criadores levem em conta esta opção e a discutam com o seu próprio veterinário.
Programa de Esterilização Precoce
texto retirado wspa

Read more...

A HORA DE DIZER ADEUS

>> domingo, 4 de janeiro de 2009

O que fazer para lidar com o vazio e a tristeza de perder um animal de estimação muito querido.
Ele está sempre pronto para brincar, guarda segredos e, quando sente que a criança está triste, faz alguma travessura e acaba lhe arrancando um sorriso.
Um dia, o amigão do seu filho morre. Você pode se preparar para dar essa dolorosa notícia, mas há situações em que tudo passa tão depressa que nem dá tempo de se despedir. Fica um vazio tão grande...
"Respeitar o luto é muito importante. É como se a criança perdesse um parente querido", comenta a psicóloga Nanci Nicolau.
Ana Maria mostra como lidar com esse tema tão delicado. As orientações não irão impedir que seu filho fique triste, mas podem ajudar você a oferecer conforto e segurança:
O que digo para meus filhos?
O ideal é sempre falar a verdade, mas com delicadeza, principalmente se tiver filhos pequenos. Nesse caso, você pode até criar fantasias, como "Ele virou uma estrelinha" ou "Ele foi morar com o Papai do Céu". Isso ajuda a criança a entender melhor que o amiguinho dela não voltará.
Posso enterrá-lo no quintal de casa?
O melhor a fazer é ligar para um veterinário de confiança. Ele é quem poderá orientar você sobre o que fazer com o corpo. "Se a morte foi causada por uma doença contagiosa, você não deve enterrá-lo no quintal de casa", alerta a veterinária Adriane Tomimassu.
A saudade nunca mais vai passar?
O seu companheiro nunca será substituído, mas é possível que você tenha outro animal. Afinal, existem muitos bichinhos precisando de um lar. "Quando a dor se transforma em saudade boa, a pessoa está pronta para ter um novo companheiro", garante Nanci Nicolau.

Read more...

COMO VOCÊ PODE?

>> sábado, 3 de janeiro de 2009

Quando era um filhote, eu o distraia com minhas travessuras e o fazia rir.

Você me chamava de sua criança e, apesar de um certo número de sapatos mascados e um par de almofadas destruídas, eu me tornei sua melhor amiga.

Sempre que eu fazia algo errado, você chacoalhava seu dedo para mim e dizia: "Como você pôde" - mas depois você se arrependia e me rolava no chão para me coçar a barriga.

Meu treinamento demorou um pouco mais do que o esperado porque você estava ocupado demais, mas, juntos, nós conseguimos dar um jeito...

Eu me lembro daquelas noites em que me aninhava a você na cama e ouvia suas confidências e sonhos secretos - e acreditava que a vida não poderia ser mais perfeita.

A gente fazia longos passeios e corridas no parque, andava de carro, e parava para um sorvete (eu ganhava só a casquinha porque "sorvete não faz bem para cães" você dizia) e eu tirava longos cochilos ao sol enquanto aguardava sua volta para casa ao final do dia.

Aos poucos você passou a gastar mais tempo no trabalho e com sua carreira e levava mais tempo procurando por uma companheira humana.

Eu esperei por você pacientemente, confortei-o em suas mágoas e desilusões, nunca o repreendi por suas escolhas ruins, e vibrei de alegria nas suas vindas para casa e quando você se apaixonou...

Ela, agora sua esposa, não é uma "apreciadora de cães" - ainda assim eu a recebi em nossa casa, tentei mostrar-lhe afeição, e a obedeci. Sentia-me feliz porque você estava feliz.

Então vieram os bebês humanos e eu reparti com você o entusiasmo. Eu estava fascinada por seus tons rosados, seu cheiro, e queria muito cuidar deles também. Mas ela e você tinham medo de que eu pudesse machucá-los, e eu passei a maior parte do tempo sendo banida para outra sala, ou para a casinha de cachorro..

Oh, como eu queria tê-los amado, mas eu me tornei uma "prisioneira do amor."

À medida que foram crescendo, me tornei amiga deles. Eles se agarravam ao meu pêlo e se levantavam sobre perninhas trôpegas, enfiavam os dedos em meus olhos, examinavam minhas orelhas, e davam beijos em meu nariz. Eu adorava tudo isso, e o toque de suas mãozinhas - porque o seu toque agora era tão raro - e eu os teria defendido com minha própria vida, se fosse preciso.

Eu me esgueirava para suas camas e escutava suas inquietações e sonhos secretos, e juntos esperávamos pelo barulho de seu carro no caminho.

Houve um tempo, quando alguém perguntava se você tinha cachorro, em que você tirava uma foto minha de sua carteira e contava histórias sobre mim. Nos últimos anos você apenas respondia "sim" e mudava de assunto.

Eu passei de "seu cão" para "apenas um cachorro" e você reclamava de cada gasto que tinha comigo.

Agora você tem uma nova oportunidade de carreira em outra cidade , e vocês irão se mudar para um apartamento onde não permitem animais. Você tomou a decisão acertada para sua "família", mas houve um tempo em que eu era sua única família.

Fiquei excitada com o passeio de carro até que chegamos ao abrigo de animais. O local tinha cheiro de gatos e cães, de medo, de desesperança. Você preencheu a papelada e disse "Sei que vocês encontrarão um bom lar para ela"... Eles deram de ombros e lançaram a você um olhar compadecido. Eles compreendem a realidade que espera um cão de meia idade, mesmo um com "papéis".

Você teve que desgarrar os dedos de seu filho de minha coleira enquanto ele gritava "Não, papai! Por favor, não deixe que levem meu cão!". E eu me preocupei por ele, e com a lição que você tinha acabado de lhe dar sobre amizade e lealdade, sobre amor e responsabilidade, e sobre respeito por todo tipo de vida.

Você deu um afago de adeus em minha cabeça, evitou meu olhar e, polidamente, recusou levar minha coleira e guia com você. Você tinha um tempo-limite para encarar e agora eu também tenho um.

Depois que você partiu as duas simpáticas senhoras que o atenderam comentaram que você provavelmente soube meses atrás da mudança que ocorreria e não fez nenhuma tentativa de encontrar um novo lar para mim.

Elas sacudiram a cabeça e disseram "Como você pôde?".

Elas são tão atenciosas para nós aqui no abrigo quanto seus ocupados horários permitem. Elas nos alimentam, é claro, mas eu perdi meu apetite dias atrás. De início, sempre que alguém passava pelo meu alojamento, eu corria para a frente, na esperança de que fosse você - que você tivesse mudado de idéia - que isto fosse tudo um sonho mau.... ou eu esperava que ao menos fosse alguém que se importasse, alguém que pudesse me salvar.

Quando percebi que não poderia competir com os alegres filhotes, inconscientes de seus próprios destinos, nas brincadeiras para chamar atenção, afastei-me para um canto distante, e aguardei.

Ouvi seus passos quando ela veio até mim ao final do dia, e a segui ao longo do corredor para uma sala separada. Uma sala deliciosamente silenciosa. Ela me colocou sobre a mesa, acariciou minhas orelhas, e disse-me para eu não me preocupar. Meu coração se acelerou na expectativa do que estava para vir, mas havia também uma sensação de alívio. A prisioneira do amor havia esgotado seus dias.

Como é de minha natureza, estava mais preocupada com ela. O fardo que ela carrega é demasiado pesado, e eu sei disso, da mesma maneira que conhecia cada um de seus humores. Ela gentilmente colocou um torniquete em volta de minha perna dianteira, enquanto uma lágrima corria por sua face. Lambi sua mão do mesmo modo como costumava fazer para confortar você há tantos anos.

Ela habilmente espetou a agulha hipodérmica em minha veia. Quando senti a picada e o líquido frio se espalhou através de meu corpo, deitei a cabeça sonolenta, olhei dentro de seus olhos gentis e murmurei "Como você pôde?".

Talvez por ter entendido meu linguajar canino, ela disse "Sinto tanto!", abraçou-me e apressadamente explicou que era seu trabalho fazer com que eu fosse para um lugar melhor onde não seria ignorada, ou maltratada ou abandonada, nem ter que me virar para sobreviver - um lugar de amor e luz, tão diferente deste lugar terrestre.

E com minha última gota de energia tentei transmitir -lhe com uma sacudidela de minha cauda que meu "Como você pôde?" não era dirigido a ela.

Era em você, Meu Amado Dono, que eu estava pensando. Pensarei em você e esperarei por você eternamente.

Possa alguém em sua vida continuar a demonstrar-lhe tanta lealdade.

Autoria: Jim Willis

Read more...

>> sexta-feira, 2 de janeiro de 2009


Read more...

LIMPEZA ANIMAL

Manter um bichinho em casa exige higiene constante. Veja as melhores maneiras de garantir seu lar sempre perfumado.
Cachorro·
Local do banheiro
Um lugar no quintal ou num canto sem muita circulação de pessoas pode servir de banheiro para seu cão. Mas não basta selecionar o local. É preciso ensiná-lo a fazer as necessidades lá. Para isso, há uma alternativa simples: forre a área com jornal e leve-o para esse espaço sempre que urinar em outro local. Em pouco tempo, ele estará treinado!
· Limpeza esperta Com uma pá, recolha a sujeira do jornal e jogue no vaso sanitário ou num saco de lixo. Usando uma luva, remova o papel e prepare-se para higienizar o chão. Junte um copo (americano) de água sanitária com 5 litros de água, passe e seque com um pano. Faça isso pelo menos uma vez ao dia para evitar odores ruins. A limpeza do xixi é bem parecida com a anterior. Use luvas e limpe com a mistura de água sanitária e água. Enxagüe com água e seque.
· Sujeira no carpete Se a sujeira for em tapetes ou carpete, combata primeiro o odor, adicionando meio copo (americano)de vinagre branco em um balde com água. Esfregue com uma escova de cerdas duras e deixe secar. Finalize passando um pano com removedor.
· Casa e pote de comida e água Lave a casa de seu amigo com água quente a cada dois meses. Limpe também os recipientes com água quente e sabão.

Gato
Cada bichano deve ter sua própria caixa de granulado sanitário, vendida em pet shops, onde ele fará as necessidades. Recolha os dejetos diariamente e troque os grãos uma vez por semana. Para facilitar o trabalho, forre a caixa com jornal e, na hora de limpar, retire a folha com a areia. Você pode até deixar um mesmo recipiente para dois ou mais gatos, mas lembre-se de trocar a areia com freqüência maior, ao menos duas vezes por semana.
· Cheiro bom Resista à tentação de borrifar aromatizador de ambiente perto do banheiro do gato. Além de correr o risco de ele não gostar do odor e abandonar a caixa, a mistura pode ficar ainda pior. Para deixar a casa com cheiro de perfume no ar, há três passos a seguir:
1) Coloque o recipiente em um local onde haja pouca circulação de pessoas e com boa ventilação. 2) Lave-o regularmente, com bastante água e sabão e seque com um pano.
3) Polvilhe no fundo uma camada fina de bicarbonato de sódio, vendido em supermercados. Só depois cubra-o com a areia ou o granulado absorvente. Troque quando o cheiro ruim começar a dar os primeiros sinais.
Hamster
Ponha jornal na base da gaiola e troque-o a cada dois dias. Na ocasião, limpe as grades com álcool. Você também pode comprar serragem em pets shops e colocar no canto onde os animais urinam e remova quando estiver suja. Uma vez por mês, lave as rodas e as grades com água e sabão. Só não se esqueça de secar bem antes de devolver o bichinho.
Pássaro
Diariamente, retire a folha de jornal que cobre a bandeja da gaiola. Aproveite para fazer a limpeza dos potinhos: lave o prato e o bebedouro com água fervente. Não use sabão, pois os pássaros são muito sensíveis! Uma vez por semana, acomode-o em outro local e, nas grades, passe um pano com álcool. Não use produtos à base de amoníaco, que podem fazer mal ao animal.

Read more...

ELES MUDAM VIDAS

>> quinta-feira, 1 de janeiro de 2009


Veja como os animais podem te ajudar até a emagrecer

"Minha cadela me fez perder 9 kg"
"Desde que me separei, descontava tudo na comida. Meses depois, ganhei uma cadela que encantou meus pais. Com uma dieta cheia de biscoitos, pão de queijo e outras guloseimas, ela engordou rapidinho. Estava na hora de nós duas começarmos um regime!A dieta da Maria, minha cachorrinha, foi à base de ração e frutas. Já eu comecei uma reeducação alimentar. Três vezes por semana, nós duas fazemos caminhadas juntas.Hoje, quase um ano depois, eliminei 9 quilos, e Maria emagreceu 4 quilos. Queremos secar ainda mais. Fazemos uma boa dupla!"

Read more...



  © Blogger template Romantico by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP