CANADA AUMENTA COTA PARA CAÇA DE FOCAS

>> terça-feira, 16 de março de 2010

15-Mar-2010
(AFP)

OTTAWA - O ministro da Pesca do Canadá aumentou nesta segunda-feira a quantidade total de focas que poderão ser mortas durante a temporada anual de caça na costa Atlântica, que terá início no fim do mês.

A quantidade total de focas harpa que poderão ser caçadas aumentará para 330 mil, contra 280 mil em 2009, enquanto as cotas para focas cinza e de capuz se manterão sem alterações, em 50 mil e 8.200 animais, respectivamente.

A razão, citada pelos funcionários, para o aumento da cota é uma população de focas em crescimento no Golfo de San Lorenzo e nas águas ao leste de Newfoundland.

"Este governo está unido em apoio aos milhares de pescadores canadenses que dependem da caça de focas para sobreviver", indicou o ministro de Pesca, Gail Shea, em um comunicado.

"A caça de foca é uma atividade sustentável baseada em princípios sólidos", acrescentou.

As populações de focas cinza e de capuz estão avaliadas em mais de 300 mil e 600 mil, respectivamente, e "seguem crescendo a cada ano".

A população de focas harpa, no entanto, está estimada em 6,9 milhões de animais, "mais do triplo do que existia na década de 1970".

Aproximadamente 6 mil canadenses participam da caça de focas todos os anos na costa Atlântica, e 25% de suas vendas ocorriam pela exportação dos produtos à Europa. Em julho de 2009, a União Europeia proibiu a importação de produtos derivados de foca a partir de 2010.

Nesta segunda-feira, mulheres pintadas para parecer ensaguentadas se deitaram na rua, em frente ao consulado do Canadá, em Barcelona (Espanha), para protestar contra a matança de focas.


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CAÇA DE BALEIAS PODE VOLTAR

>> sábado, 27 de fevereiro de 2010

Greenpeace cobra proteção dos animais
 Integrantes da Comissão Internacional da Baleia (CIB) preparam uma nova emboscada contra as baleias e golfinhos do mundo.


Um documento oficial, divulgado ontem, abre uma perigosa brecha que permitiria a volta da caça comercial desses animais, suspensa desde 1982 para controlar a matança que ameaçava diversas espécies que habitam os oceanos.
Hoje, representantes do Greenpeace e de outras organizações da sociedade civil questionam o governo brasileiro, diretamente envolvido na formulação desse documento. A reunião acontece às 15h30 com o ministro FábioVaz Pitaluga, representante do país na CIB, no Itamaraty.
“O Brasil perdeu pró-atividade nesse debate nos últimos dois anos. Não houve nenhuma articulação diplomática ou qualquer cobrança do governo para fortalecer a proteção dos cetáceos”, diz Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace Brasil. “Queremos saber agora qual é a postura a ser adotada pelo país frente a essa nova declaração da CIB e se ainda nosso país continua a ser contra a caça de baleias.”
O documento foi elaborado por um grupo de trabalho da CIB formado por 12 países, entre eles o Brasil, e retrocede a Moratória da Caça Comercial de Baleias de 1982. O texto maquia a CIB como avançada, pois proíbe a caça para fins científicos, desculpa usada pelo Japão para na prática caçar baleias para consumo. A contrapartida acachapante é a liberação da caça comercial com cotas. “O acordo beneficia claramente o Japão, pois coloca na legalidade uma prática que eles já realizam ilegalmente”, explica Leandra. “Pior ainda: as cotas serão propostas com justificativa duvidosa, a caça científica.”
A proposta é colocar a caça de grandes baleias sob o controle da CIB em dez anos, período em que serão estabelecidos seus limites e cotas, assim como um programa internacional de observação. Porém, o documento está coalhado de buracos, pois não apresenta nenhuma sugestão de quanto essas cotas poderão vir a ser. E a ausência, nesses casos, é a cama do Diabo.
“O texto traz uma tabela de limites de caça para cada um dos próximos dez anos, com as cotas previstas para a Antártida sob o rótulo de ‘a ser decidido’. O único número que deveria ser decidido é zero”, diz John Frizell, coordenador da campanha de baleias no Greenpeace.

Contradições internas
Formada em 1946 por 15 países interessados em fortalecer a indústria baleeira, a comissão passou a controlar a caça na década de 1980 pois, se mantida fosse, baleias já teriam sido extintas da face da Terra. Desde então, países com sanha caçadora, capitaneados pelo Japão, pressionam a CIB para regredir seu pensamento em 60 anos e abdicar de suas posturas ambientais.
Dois santuários de proteção de cetáceos foram criados, o do Oceano Índico, em 1970, e o do Oceano Antártico, em 1994. O grupo conservacionista da CIB hoje é composto por 42 países. Os baleeiros são 33 países e, apesar de minoria, conseguem manter o desrespeito permanente da moratória da caça praticada pelo Japão, que mata usando o disfarce de “fins científicos”. A mentira foi exposta por ativistas do Greenpeace no Japão, Junichi Sato e Toru Suzuki, que passam atualmente por um julgamento de cunho puramente político e correm o risco de passar mais de 10 anos na cadeia.
Como são necessários ¾ dos votos para qualquer nova aprovação, o duelo de forças dentro da comissão impede que o debate avance. Enquanto isso, há dez anos o Japão pratica a compra de votos de países menores, com o objetivo de ganhar força dentro da comissão. “A CIB é uma organização que vive todo ano o mesmo impasse. Nada consegue ser aprovado. Apenas as baleias saem perdendo”, afirma Leandra.

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JAPÀO MANTÉM PRISIONEIRO O CAPITÃO BETHUNE, DA SEA SHEPHERD

>> sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010


Peter Bethune, o homem que bateu o recorde em velocidade pelo mar com o catamarã Earthrace (Ady Gil), vira prisioneiro do governo japonês por tentar salvar baleias.
O governo japonês disse que levará o capitão Peter Bethune da Nova Zelândia para ser julgado na corte japonesa com acusações não declaradas.
A Sea Shepherd e o capitão Peter Bethune estavam preparados para essa possibilidade antes de o capitão Bethune abordar o Shonan Maru 2.
“O barco Ady Gil de 3 milhões de dólares do capitão Peter Bethune foi partido ao meio, afundado e destruído pelo capitão do Shonan Maru 2. O incidente deixou um dos seis membros da tripulação ferido e poderia ter matado todos os seis”, disse o capitão Paul Watson. “O capitão Bethune estava totalmente a par de seus direitos em confrontar o homem que quase o matou e destruiu seu navio. Agora, esse mesmo capitão que destruiu um navio quase matando seus tripulantes pretende levar o capitão Bethune de volta ao Japão para sua prisão. A questão precisa ser colocada: Quem é o pirata aqui?”
A Sea Shepherd vê isso como uma oportunidade de conseguir o apoio para o capitão Bethune na Nova Zelândia e Austrália. Esses japoneses “diplomáticos” invadem o santuário de baleias com impunidade e agora eles querem mandar crucificar um herói por defender as baleias.
O capitão Peter Bethune não é mais apenas o homem que bateu o recorde em velocidade pelo mar e teve a coragem de defender baleias. Ele agora é o símbolo dos cidadãos da Nova Zelândia e Austrália e de seu amor pelas baleias.
“Não acredito que a Austrália e Nova Zelândia irão tolerar o abuso de Peter Bethune pelos assassinos do Japão que anualmente saqueiam o santuário das baleias por lucro alegando pesquisas científicas”, disse a chefe de cozinha do Steve Irwin, Laura Dakin de Canberra.
“Se os japoneses colocarem Peter Bethune sob julgamento no Japão, será um caso que atrairá atenção do mundo todo”, disse o capitão Paul Watson. “O que o governo japonês está pensando? O processo sobre o capitão Peter Bethune irá ser o início de uma campanha por sua libertação e para acabar com o abate brutal e ilegal de baleias no santuário do sul”.

Fonte: Sea Shepherd Conservation Society

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GRUPO PROTESTA DIANTE DO CONSULADO JAPONÊS PELAS BALEIAS E GOLFINHOS

>> terça-feira, 26 de janeiro de 2010





O grupo de defesa da vida marinha Sea Shepherd realizou, na tarde desta sexta-feira (22), um protesto contra a caça às baleias, golfinhos e tubarões praticada pelo Japão, em frente ao consulado do país, em São Paulo.

Cerca de 30 manifestantes, segundo a organização, se posicionaram em frente ao consulado, com faixas, banners e imagens. Também distribuíram panfletos a quem passava, buscando chamar a atenção sobre a prática japonesa.
Rosana Tsibana, 45, embaixadora da boa vontade da província japonesa de Okinawa e diretora de responsabilidade social da empresa de cosméticos Surya Brasil, partipou do ato e disse à Folha Online que, “como descendente de japoneses”, sente “vergonha dessa prática do país”.
“O Japão sempre foi tão apegado à verdade, a um espírito de solidariedade e respeito. É um país tão desenvolvido e usam mentiras sobre pesquisa científica para acobertar crueldade marinha?”, diz ela. “O Japão tem que acordar, desrespeita até lei internacional”, referindo-se à moratória internacional sobre a caça das baleias, em vigor desde 1986.

Golfinho oculto
O voluntário do Sea Shepherd Carlos Francisco, 34, afirma que as baleias e golfinhos são caçados e consumidos pelo próprio Japão, o que é proibido no Brasil. “O filme ‘The Cove’ mostrou que 23 mil golfinhos são mortos anualmente em Taiji, cidade litorânea japonesa, e são servidos como carne de baleia”, ressalta ele.
“E essa carne de golfinho depois vai para a merenda escolar das crianças”, completa Tsibana.
“No caso dos tubarões, são retiradas suas barbatanas, que viram sopa pela Ásia,” explica Carlos. “Depois são devolvidos vivos de volta ao mar, mas, sem barbatana, acabam morrendo.”
Procurado pela Folha Online, o consulado afirmou apenas que está ciente do ato, que durou mais de seis horas, mas não quis manifestar nenhuma posição a respeito. Também disse que não teve nenhum contato com os ativistas. Estes se queixaram sobre ameaças de seguranças do prédio Top Center, onde fica o órgão japonês.

Fonte: Folha Online

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ONGs BRASILEIRAS PEDEM AÇÃO DO ITAMARATY CONTRA CAÇA ÀS BALEIAS

>> sábado, 23 de janeiro de 2010

Na véspera de reunião a portas fechadas de grupo dentro da Comissão Internacional da Baleia, Brasil precisa se posicionar contra ação do Japão na Antártida


Trinta e uma organizações da sociedade civil brasileira, entre elas o Greenpeace, pediram ontem, em uma carta aberta, ao representante do país junto à Comissão Internacional da Baleia (CIB), o diplomata Fábio Vaz Pitaluga, exigindo um posicionamento forte contra a continuidade da matança de baleias na Antártida. Apesar da moratória estabelecida pela comissão em 1986 e da declaração da região como um Santuário Antártico de Baleias em 1994, a caça está em franca escalada sob o pretexto de “captura científica”.
O Japão caça baleias na Antártida e, apesar de frequentemente ser condenado pela maioria dos países da CIB, nega-se a parar.
O Brasil integra um pequeno grupo de negociação, que se reúne há vários meses a portas fechadas e que em tese busca uma saída para acabar com a matança. Porém, informações obtidas pelos ambientalistas dão conta de que, frente à intransigência do Japão, a comissão poderia aceitar a continuidade da caça antártica.
A atividade baleeira do Japão não atende nem a verdadeiros interesses científicos, nem a nenhuma necessidade alimentar da população daquele país, mas sim ao interesse político da JFA, a agência de pesca japonesa, em manobrar subsídios da ordem de milhões de dólares que mantém as atividades baleeiras mesmo na ausência de um mercado interessado na carne.
O grupo de negociação da CIB no qual o Brasil participa deve se reunir novamente no final de janeiro no Havaí para mais uma rodada de negociação com o Japão. “O Brasil precisa manter sua pro atividade na defesa das baleias e defender publicamente o fim da caça”, diz a coordenadora da campanha de Oceanos do Greenpeace, Leandra Gonçalves.

Confira a íntegra da carta enviada ao comissário do Brasil na CIB:

Ministro Fábio Vaz Pitaluga
MD. Comissário do Brasil à Comissão Internacional da Baleia
13 de janeiro de 2010

Senhor Comissário,
Cumprimentando-o, as 31 instituições signatárias da presente Carta Aberta desejam expressar sua preocupação com a situação corrente da caça à baleia no hemisfério sul e oferecer considerações referentes ao posicionamento do Brasil enquanto membro ativo das negociações a portas fechadas com o Japão e outros países ora em curso, e que deverão ter continuidade ainda este mês.
A continuação, de parte do Japão, do abuso flagrante do Artigo VIII da Convenção Baleeira de 1946 (que cria a brecha da famigerada caça “científica”) e a continuada violação do Santuário de Baleias do Oceano Austral estão levando não apenas aos atos de violência desmedida como os recentemente registrados na Antártida, com grave ameaça à vida humana E ao ambiente antártico, mas também ao crescente descrédito tanto da CIB como do próprio processo negocial. Cada vez mais se evidencia não apenas o desinteresse do Japão por uma solução diplomática, mas ainda sua atuação firme no sentido de consolidar a inaceitável apropriação dos recursos representados pelos cetáceos do hemisfério sul de maneira unilateral e arbitrária.
O Brasil, que ao longo das últimas duas décadas, construiu uma política de liderança internacional na conservação dos cetáceos, tanto na CIB como em outros foros, teve também participação proativa e de boa fé em todo o curso do processo de negociação visando encontrar um futuro comum para a CIB, no qual, como condição sine qua non para a acomodação de posições, a truculência dos atos unilaterais, em especial no que tange à caça dita “científica” e à violação de Santuários, fosse abandonada. Para tanto, foram oferecidas ao Japão e demais interessados condições extraordinárias de tolerância para com esses atos deploráveis.
A tolerância, o diálogo e a distensão, que levaram inter alia a um enfraquecimento da posição brasileira e regional, ao não se condenar aberta e firmemente a caça antártica nesta temporada, não estão produzindo quaisquer resultados que se possam considerar aceitáveis. É absolutamente inconcebível que o investimento diplomático feito pelo Brasil e demais países pró-conservação resulte em um acordo que legitime, sob qualquer pretexto, a continuidade da matança de baleias no hemisfério sul.
Uma suposta “redução global” do número de baleias caçadas no presente, sem a garantia do fim da matança antártica e de salvaguardas legais e obrigatórias que restrinjam efetivamente a caça em águas de outras regiões, consiste tão somente em arreglo político que não interessa nem às baleias, nem aos países como o Brasil, onde as garantias para o uso não-letal dos cetáceos no futuro são a chave da gestão adequada do “recurso cetáceos”.

Permitir a continuidade da matança pelágica agora é abrir as portas para ameaças diretas a nossos interesses regionais no futuro, e a oferta de um “santuário temporário” no Atlântico Sul como atualmente em negociação, ao mesmo tempo em que o Japão segue violando o Santuário Antártico, não serve como compensação aceitável.
Solicitamos, portanto, a Vossa Senhoria, consoante a política brasileira consolidada a favor da conservação dos cetáceos na CIB, NÃO APOIAR, já seja nas negociações secretas nas próximas semanas, na reunião do “Small Working Group” em março próximo ou na próxima Reunião Anual da CIB, quaisquer propostas e/ou iniciativas que não contemplem a CESSAÇÃO DAS ATIVIDADES DE CAÇA À BALEIA NO HEMISFÉRIO SUL. Da mesma forma, solicitamos que o Brasil se posicione contrário à continuação de um processo secreto de negociação, que viola de forma flagrante os princípios de transparência e “accountability” esperados tanto de um organismo multilateral como dos funcionários de governo que ao mesmo assistem.
O Brasil não pode correr o risco de transformar-se, por ação ou omissão, em cúmplice da legitimação da continuidade da matança de baleias em águas internacionais. Confiamos em que a delegação brasileira levará em consideração os comentários supra e atuará de forma a honrar nosso histórico, duramente construído, de liderança conservacionista nesta Comissão que clama por modernidade e não por retrocesso.
Atenciosamente,

AGÊNCIA COSTEIRA
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
ASSOCIAÇÃO CAATINGA
CENTRO DE CONSERVAÇÃO CETÁCEA – BRASIL
REDE COSTEIRO-MARINHA E HÍDRICA DO BRASIL
CENTRO DE ESTUDOS DO MAR ONDA AZUL
CENTRO GOLFINHO ROTADOR
CONSERVAÇÃO INTERNACIONAL
ECOSUL
FUNDAÇÃO BRASIL CIDADÃO
GLOBAL GARBAGE – PROJETO LIXO MARINHO
GREENPEACE
GRUPO AMBIENTALISTA DA BAHIA
INSTITUTO AMIGOS DA RESERVA DA BIOSFERA DA MATA ATLÂNTICA
INSTITUTO AQUALUNG
INSTITUTO BAÍA DE GUANABARA
INSTITUTO BALEIA JUBARTE
INSTITUTO JUSTIÇA AMBIENTAL
INSTITUTO MAMÍFEROS AQUÁTICOS
INSTITUTO MARAMAR
INSTITUTO PEABIRU
INSTITUTO SEA SHEPHERD BRASIL – GUARDIÕES DO MAR
MATER NATURA – INSTITUTO DE ESTUDOS AMBIENTAIS
REDE DE ONGS DA MATA ATLÂNTICA
MOVIMENTO AMBIENTAL OS VERDES DE TAPES
ORGANIZAÇÃO SÓCIO-AMBIENTAL PRÓ-MAR
PROJETO MIRA-SERRA
REDE BRASILEIRA DE INFORMAÇÃO AMBIENTAL – REBIA
SOCIEDADE MUNDIAL DE PROTEÇÃO ANIMAL – WSPA
SOCIEDADE DE PESQUISA EM VIDA SELVAGEM E EDUCAÇÃO AMBIENTAL – SPVS
SÓCIOS DA NATUREZA

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DENÚNCIA - GREENPEACE ABANDONA AS BALEIAS AOS ARPÕES NIPÔNICOS!!!

>> quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Leandra (responsável pela campanha das baleias do Greenpeace)

Leandra,
Vou passar por alto o fato de que o Greenpeace abandonou as baleias da Antártida se recusando a seguir com seus protestos não-violentos e que seriam, na opinião do GP, muito melhores (?) do que os da Sea Shepherd por alguma razão. Mas ao menos eram algo de prático sendo feito, e a Sea Shepherd não podia alegar que era a única defesa das baleias, porque o GP ia junto. Agora, eles estão sozinhos.
Vou me concentrar apenas numa questão:
NINGUÉM MAIS TÁ CONSEGUINDO FAZER MERDA NENHUMA DE PRÁTICO PELAS BALEIAS DA ANTÁRTIDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Esse papinho-goiaba da negociação, blahblahblah, está se arrastando há anos enquanto os japoneses só aumentam sua matança e a agressividade de suas ações. Nesse mesmo momento, o BRASIL e outros países se preparam para mais uma rodada de negociações secretas no Havaí no final deste mês com os japoneses. Eu participei dessas negociações, até ser expulso da delegação em 2009. Os japas sentam-se lá calados e a cada vez que se propõe alguma coisa, só dizem ‘não’, e aí o que está acontecendo é que todo mundo se borra todo e quer agradar os japinhas, e as baleias é que pagam.
O Comissário brasileiro segue sem responder as correspondências das ONGs latino-americanas solicitando um posicionamento frente às bandalhas que estão acontecendo.
Também acho a violência condenável e politicamente incorreta. Mas se ninguém mais consegue fazer nada de prático pelas baleias, ao menos o que aconteceu esta semana coloca novamente em evidência um CRIME que estava escondido detrás da inação e cumplicidade de nossos governos.
Na boa, à merda com o politicamente correto, ta na hora de se fazer alguma coisa.
Abraços
J Truda Palazzo

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LEOA MALTRATADA EM CIRCO DÁ A LUZ DOIS FILHOTES

>> sexta-feira, 8 de janeiro de 2010



Em santuário de animais

Leoa que era maltratada em circo dá à luz dois filhotes no interior de SP
SÃO PAULO - A leoa Carol do Santuário do Projeto de Proteção aos Grandes Primatas (GAP) deu à luz dois filhotes nesta terça-feira, mas apenas um sobreviveu. De acordo com informações da assessoria de imprensa do GAP, provavelmente a mãe dos filhotes dormiu em cima de um deles provocando a morte de um dos leãozinhos. O filhote que nasceu com 1,5 Kg ainda não tem nome, pois os veterinários ainda não conseguiram identificar o sexo do animal.
A leoa de 4 anos de idade está há quatro meses no santuário. Ela foi retirada de um circo do estado do Espírito Santo. Junto com Carol vieram para Sorocaba sua mãe Sarita e o leão Chimarrão. Eles eram mantidos no circo em uma jaula com péssimas condições.
A assessoria de imprensa explica que devido à urgência de abrigá-los foi necessário improvisar um recinto que ainda estava em fase final de construção. Por isso o macho e as fêmeas não puderam ser separados. Chimarrão não estava vasectomizado e nos poucos dias que estiveram juntos acredita-se que ele tenha engravidado a leoa Carol.

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BALEEIRO JAPONÊS ABALROA O ADY GIL DA SEA SHEPHERD

>> quinta-feira, 7 de janeiro de 2010















Piratas do Bem

O famoso catamarã está afundando no oceano antártico.
Seis tripulantes foram resgatados pela outra embarcação Bob Barker.
Em um ataque sem precedentes e sem provocação capturado em filme, a embarcação de segurança japonesa, Shonan Maru No.2 deliberadamente abalroou causando danos catastróficos ao catamarã da Sea Shepherd, Ady Gil.
Seis tripulantes, quatro neozelandezes, um australiano e um holandês foram prontamente resgatados pela tripulação do Bob Barker. Nenhum dos tripulantes do Ady Gil se feriram.
Acreditamos que o Ady Gil irá afundar pois as chances de salvá lo são muito pequenas.
De acordo com o testemundo do Capitão Chuck Swift do Bob Barker, o ataque ocorreu enquanto as duas embarcações da Sea Shepherd estavam paradas. O Shonan Maru No.2 repentinamente acelerou e deliberadamente abalroou o Ady Gil cortando cerca de 2,5 metros de sua proa fora. De acordo com o Capitão Swift, a embarcação (Ady Gil) não aparenta que possa ser salva.
“Os baleeiros japoneses em uma escalada de violência aumentaram as proporções do conflito” é o que afirmou o Capitão Paul Watson. “Se eles pensam que nossas outras duas embarcações vão se retirar do Santuário das Baleias da Antártida em face deste extremismo, estão totalmente enganados. Agora temos uma Guerra das Baleias Real em nossas mãos e não temos a intenção de retroceder.”
A bordo do Steve Irwin o Capitão Paul Watson está correndo para a área em 16 nós mas ainda restam cerca de 500 milhas a serem cumpridas. O Bob Barker temporariamente parou sua perseguição ao Nisshin Maru para resgatar a tripulação do Ady Gil. Os navios japoneses inicialmente recusaram-se a reconhecer a chamada de MAY DAY do ADY GIL, reconhecendo-a posteriormente. Apesar de terem reconhecido à chamada, não ofereceram assistência ao ADY GIL ou ao Bob Barker de qualquer modo.
O incidente ocorreu na localização 64 graus e 3 minutos sul e 143 graus e 9 minutos leste.
Até esta manhã os japoneses estavam em completo desconhecimento da existência do Bob Barker. Esta nova aquisição à frota da Sea Shepherd partiu de Mauritius na costa Africana em 18 de dezembro e pode avançar ao longo da borda de gelo oeste enquanto os japoneses estavam ocupados preocupando-se com o avanço do Steve Irwin ao Norte.
“Esta é uma perda substancial de nossa organização”, afirmou o Capitão Paul Watson. “O Ady Gil, ex Earthrace, representa uma perda de quase dois milhões de dólares. Entretanto a perda de uma única baleia é mais importante para nós e ã perda do Ady Gil não será em vão. Este golpe simplesmente reforça nossas resoluções, não enfraquece nosso espírito.”
A Sea Shepherd está requisitando ao governo australiano que envie uma embarcação militar para que a paz seja restaurada nas águas do Território Australiano Antártico. Temos 77 tripulantes de 16 nações em 3 embarcações, seis deles a bordo do Ady Gil. Destes, 21 cidadãos australianos: 16 a bordo do Steve Irwin e % no Bob Barker. A Sea Shepherd crê que o governo australiano tem a responsabilidade em proteger as vidas de cidadãos australianos que trabalham para defender as baleias das atividades ilegais dos baleeiros japoneses.
“A Austrália precisa enviar uma embarcação militar para cá assim que possível para proteger tanto as baleias quanto os cidadãos australianos que trabalham em defesa dos cetáceos”, afirmou Laura Dakin a cozinheira chefe do Steve Irwin de Camberra, Austrália. “Estas são águas Territoriais Antárticas Australianas e vejo os baleeiros japoneses fazendo o que querem impunemente aqui sem que uma embarcação do governo australiano possa ser encontrada. Peter Garret (ministro do meio ambiente australiano e ex vocalista da banda de rock Midnight Oil), tenho uma pergunta a você: ONDE DIABOS VOCÊ ESTÁ?”

NOTAS DA REDAÇÃO:
É um absurdo este ato de guerra realizado pela embarcação japonesa SHONAN MARU No.2. Os japoneses pisaram em cima de tratados internacionais, leis como a SOLAS que prevê o resguardo da vida humana no mar.
Esperamos que a ONU assim como o governo australiano por sua responsabilidade pelo território onde tal ato ocorreu, o governo neozelandês por ser o governo sobre cuja bandeira navegava o ADY GIL, coloquem-se e venham a reprovar tais atos irresponsáveis nesta escalada de violência por parte dos japoneses.

ESTE FOI UM ATO CRIMINOSO E DEVE SER PUNIDO COMO TAL.
A Comissão Baleeira Internacional não pode mais ficar passiva frente a tais atos realizados por seus membros.
Carlos Alberto - coordenador regional voluntário - São Paulo
Indignação. Revolta. Tristeza. Porém me forçando a continuar a ter esperança. É assim que me sinto ao presenciar o ato frio de guerra suja tomado pelo Capitão do Baleeiro Japonês Shonan Maru No.2.
É inadmissível que nos tempos em que vivemos ainda se cometa o crime de assassinato de baleias sob a falsa desculpa de pesquisa pelo governo do Japão.
Mais inadmissível ainda é o ato de abalroar e levar ao fundo uma embarcação com tripulantes da Sociedade Civil Organizada engajada na defesa do meio ambiente marinho e seus habitantes.
Espero muito em breve receber mais notícias sobre o assunto referindo-se ao governo Australiano enviar navio militar para garantir a segurança na área e instituir a lei e a ordem na área.

Pingüim Paulo Guilherme – coordenador regional voluntário - Rio de Janeiro
Após o baque inicial da notícia, lembrei das pessoas que falavam que o tiro no Paul Watson ou o espancamento dos tripulantes que invadiram o Nishin Maru n2 foram forjados.
Vocês que duvidam da causa, não entenderam ainda o que acontece na Antártida.
Os caçadores japoneses estão lá pra matar, tanto baleias quanto quem estiver pela frente impedindo seu trabalho vil.
A frase que o Cap. Watson falou, agora tem mais sentido do que nunca:
“_ Você pode morrer numa missão dessas. Se você não aceita isso, então não pertence a esse lugar.”
Só tenho uma coisa a dizer:
O Japão comprou briga com os caras errados.
A Sea Shepherd não vai deixar isso barato.
Hugo “Joe” Malagoli – coordenador regional voluntário - Santa Catarina
Perdemos uma ferramenta importantíssima e um aliado na nossa luta incessante pela vida. Se pudermos ficar felizes com algo, é que cada vez mais fica evidente para o mundo inteiro que os caçadores de baleias estão mais violentos e menos preocupados com a vida, seja de animais maravilhosos, seja de pessoas inocentes. Esperamos que assim, a opinião pública nos apoie cada dia mais e que isso fortaleça nossa causa e nos ajude a salvar cada vez mais vidas.
Adriano Echeverria - Diretor de Comunicação Sea Shepherd Brasil

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BOMBEIROS FIZERAM ATÉ RESPIRAÇÃO BOCA A BOCA EM PITONS

>> domingo, 3 de janeiro de 2010



Bombeiros acham 19 cobras ao apagar incêndio em trailer nos EUA
Pítons encontradas mediam entre 1,2 metro e 5,5 metros.
Bombeiros fizeram até respiração boca-a-boca para salvar répteis.
 Ao atender uma ocorrência de incêndio em um trailer que pegou fogo na manhã de quinta-feira (31) na cidade de ST. George, no estado de Utah (EUA), os bombeiros tiveram que enfrentar outro problema. Dentro do veículo, foram encontradas 19 cobras, medindo entre 1,2 metro e 5,5 metros, segundo reportagem do jornal “The Spectrum”.
Bombeiros encontraram 19 cobras ao apagar incêndio em trailer. (Foto: Reprodução/The Spectrum)De acordo com o órgão de controle de animais de St. George, 11 das 19 pítons encontradas no trailer sobreviveram --os bombeiros fizeram até respiração boca-a-boca para salvar os répteis. O incêndio acidental começou após um problema em uma das lâmpadas de uma das gaiolas em que eram guardadas as cobras, segundo o bombeiro Jason Whipple.

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GATOS

>> segunda-feira, 28 de dezembro de 2009


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